A obesidade é uma doença crônica que pode ser definida como o acúmulo de gordura local ou geral, provocado por desequilíbrio nutricional associado ou não a distúrbios genéticos ou endócrino-metabólicos.
Por que as pessoas estão engordando tanto? De onde vem esse desespero pela comida e a dificuldade para perder peso?
A resposta, por certo, poderá ser encontrada nas raízes evolucionistas do homem. Há 50 mil anos, nossos antepassados tinham grande dificuldade para conseguir alimentos. A possibilidade de estocá-los é contemporânea ao advento da agricultura há dez mil anos, um segundo em termos evolucionistas. Essa carência alimentar moldou o cérebro humano de tal maneira, que ele busca obter o máximo de calorias possível para mobilizar energia acumulando-a sob a forma de gordura que, teoricamente, será usada nos períodos de fome provocados pela escassez de comida.
Entretanto, no mundo moderno, a realidade é bem diferente. A geladeira pode conservar alimentos variados por dias e semanas. Basta abri-la para saboreá-los. A midia nos estimula a comer produtos altamente calóricos por preço razoável. Basta uma ligação telefônica para temos comida de diversos tipos e nacionalidades entregue, em poucos minutos, na porta das nossas casas.
Nosso cérebro condicionado em tempos de falta de comida agora encontra fartura e o mecanismo evolucionista que selecionou pessoas capazes de acumular gordura, decisão inteligente no passado, se volta contra elas. Reverter esse processo é tarefa muito difícil e muitas vezes inglória. No entanto, é preciso estar alerta. O excesso de peso está associado a uma série de doenças que comprometem a qualidade e a duração da vida. Pressão alta, diabetes, doenças do coração, colesterol elevado, câncer, infertilidade, dor lombar, infecções de pele, úlceras e pedras na vesícula biliar.

TRATAMENTO

A atividade física bem orientada por profissionais de educação física representa uma importante arma para melhoria da qualidade de vida de obesos a ajudar na perda de gordura corporal (ROBERTSON 2007). Resultados de pesquisas (ANDREOTTI & OKUMA 1999; COLBERG, 2003; RAMOS, 2000), citados por katzer (2007) indicam que a atividade física tanto melhora a capacidade muscular como pode melhorar a resistência, o equilíbrio, a mobilidade articular, a agilidade, a velocidade da caminhada e a coordenação geral.
Segundo Powers e Howley (2000), a atividade física constitui a parte mais variável do lado do gasto energético, representando de 5% a 40% do gasto calórico total diário. A combinação de exercício físico com restrição calórica representa um meio flexível e efetivo de conseguir uma redução ponderal. O exercício melhora a mobilização e o catabolismo de gorduras , acelerando a perda de gordura corporal.
Para indivíduos obesos, com restrição articular e dificuldades para fazer atividade física, exercícios aeróbicos de baixa intensidade e longa duração são os mais indicados. Alem disso, a mobilização de gordura em baixas intensidades de exercício acontecem para fornecimento de substrato de energia. Powers e Howley (2000) e Dipietro et al (1998) , citado por Bouchard (2003) , num estudo longitudinal sobre atividade aeróbica concluíram que as melhoras no condicionamento cardiorespiratorio atenuam o ganho de peso relacionado com o avanço da idade, em homens e mulheres.
Van Etten et al. (1997), citado por Bouchard (2003) observaram, em um estudo de 18 semanas, que o treinamento resistido (treinamento utilizando halter e/ou aparelhos) feitos em homens jovens sedentários de 23 à 41 anos (2 vezes por semana, 3 séries de 15 repetições para os principais grupos musculares) significou perda em média 2, 1 kg de gordura corporal e aumento 2,1 kg de massa corporal livre de gordura dos indivíduos . Este programa aumentou em 260 kcal por dia o gasto calórico diário médio dos indivíduos devido ao treinamento.

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